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O laço de fita

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  O laço de fita Não sabes, criança? 'Stou louco de amores... Prendi meus afetos, formosa Pepita. Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?! Não rias, prendi-me                     Num laço de fita. Na selva sombria de tuas madeixas, Nos negros cabelos da moça bonita, Fingindo a serpente qu'enlaça a folhagem, Formoso enroscava-se                     O laço de fita. Meu ser, que voava nas luzes da festa, Qual pássaro bravo, que os ares agita, Eu vi de repente cativo, submisso Rolar prisioneiro                     Num laço de fita. E agora enleada na tênue cadeia Debalde minh'alma se embate, se irrita... O braço, que rompe cadeias de ferro, Não quebra teus elos,                     Ó laço de fita! Meu Deus! As falenas têm asas de opala, Os astros se libram na plaga infinita. Os anjos r...

Sejam férteis e multipliquem-se. Gênesis 1-28

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  Mas o que é isso? E antes que estranhem o relato, convém alertar que isso foi escrito há mais de meio século. A pertinência ou não vai do foro íntimo de cada um. Ponto. De repente, o casal percebe que a lua-de-mel acabou. "Antônio não é mais aquele dos nossos tempos de namoro", queixa-se ela. As críticas são mútuas e se arrastam ano após ano, protegidas de uma explosão de ânimos por um clima de forçada tolerância. Até que um dia a bomba estoura, e o casal passa a falar de um rompimento definitivo. Em 1968, cerca de 7000 casais com os mesmos problemas de Antônio e sua mulher encontraram como única solução o desquite. Nesse mesmo ano, em todo o Brasil, houve 400 000 casamentos. Mas apenas na Guanabara, em 1973, ano em que se realizaram perto de 30 000 casamentos no Estado, o número de desquites quase atinge a casa dos 10 000. Em todos os grandes centros urbanos, o gráfico da desarmonia conjugal tende a subir. Em São Paulo, capital, houve cerca de 1500 desquites legalizados em...

Vacation and happiness

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If a Parish Isn’t Crying, It’s Dying

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Hoje, visitamos uma nova paróquia. Estávamos viajando e como de costume, aos Domingos, gostamos de ir à igreja em família. O Arlo estava cheio de energia e não parava de fazer barulho. Que mãe nunca se sentiu frustrada/ envergonhada com a inquietude do filho dentro da igreja? Então comecei a refletir sobre algo que escutei uma vez: "If a Parish isn't crying, it's dying." O que em Português seria: Se a paróquia não está chorando, está morrendo. É claro que o silêncio tem seu lugar na igreja e devemos ensinar isso aos pequenos... Ensiná-los a ter respeito! Mas 'são crianças. São naturalmente curiosas e ansiosas pra aprender sobre o mundo ao seu redor. Elas vão questionar, vão chorar e vão fazer barulho! "Sabe aquela velhinha que muitas vezes se sente sozinha... ela sorri ao ver você 'lutando' com seu filho. Ela já esteve lá antes. Ela sabe o quão difícil é, mas sorri, porque te ouvir, traz de volta lembranças preciosas. Observar os pais jovens com toda ...

Antes de Honda, Yamaha, Kawasaki e Suzuki

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Não há nada como uma motocicleta italiana para polarizar opiniões, não é mesmo? Os descrentes dizem que elas  são todas cheios de estilo e sem substância, com péssimos componentes elétricos e acabamento autodestrutivo, enquanto seus fãs sentem que seu estilo é realmente importante e que geralmente é apoiado por um desempenho acima da média. O arquétipo Aermacchi é um exemplo típico. Ha pessoas que as rejeitam como monocilindros  altamente tensos com assentos desconfortavelmente estreitos, enquanto outros elogiam suas linhas e desempenho.

Quando o Pampa começou a mudar.

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  Três anos depois de ter trocado o conforto da Zona Sul carioca pelo pampa, Anna Luiza já é capaz de sustentar qualquer discussão sobre criação, mesmo com os mais experientes estancieiros do lugar. Sem abrir mão da moto e da minissaia. Anna Luiza Berchon des Éssarts de Oliveira Sampaio, ao contrário de uma vetusta baronesa, como o nome poderia sugerir, é uma jovem alegre de 27 anos, a pele ainda bronzeada pelo sol de Ipanema, e que um dia resolveu trocar o agito da zona sul do Rio de Janeiro por uma vida pacata em meio a rebanhos e douradas plantações de arroz. Com a incumbência de preservar um patri- mônio de mais de 200 anos, que são suas duas estâncias, perto de Pelotas, ela hoje as administra sozinha, empregando a técnica mais avançada que há no setor. Anna Luiza guém se engane que nin- é gente do pampa, tão identificada com o seu meio quanto a fi- gura tradicional de bomba- chas e chimarrão. Hoje ela já conhece o chão onde pisa, o pampa, coxilha ou campanha, o nome não import...

Você mudaria as leis, as regras?

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Se você fosse uma das pessoas escravizadas que construíram a cidade de Akhenaton, o que você faria? Você provavelmente gostaria de parar de trabalhar tanto no meio do deserto e voltar para seus pais. Mas isso era contra as regras. Aqueles que eram escravizados não podiam ir a lugar nenhum sem permissão e ninguém lhe daria permissão para voltar para casa. Você poderia quebrar as regras, mas isso era muito perigoso. Se você tentasse fugir, um dos soldados do faraó poderia te pegar, bater em você, e talvez até matá-lo. Você ainda tentaria?  Se você fosse um dos soldados do faraó e visse alguém escravizado tentando fugir, o que você faria? Talvez você tenha sentido pena daqueles que foram escravizados e desejou poder deixá-los ir para casa. Você sabia que era contra as regras, mas não se sentia confortável com essa regra específica. Você pode pensar: “Eu poderia fingir que estava dormindo e não vi nada”. . Yuval Noah Harari- Volume 2 Unstoppable Us.

Amber waves

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  From National Geographic Magazine - 1971 August.